A maioridade penal, é a idade legal estabelecida pelo governo de uma nação, onde, cada cidadão quando atinge uma certa idade, já pode responder e assumir seus atos.
No Brasil, o cidadão só é maior, quando atinge dezoito anos. Isso gera muita discussão entre jovens e adultos. Principalmente entre jovens, em sua maioria, contrários a essa decisão pois sentem-se presos a um poder paterno ou tutelar, achando que não são livres para fazerem o que querem. Muitos desejam assistir a shows, tirar carteira de habilitação, comprar certas coisas proibidas a menores, entrar em lugares proibidos, situações que aumentam ainda mais o desejo de serem livres.
Embora a maioria da juventude seja favorável a maioridade penal, os adultos, em grande parte, são contrários, afirmam que a pessoa torna-se adulta quando as atitudes tornam-se mais maduras, controladas, e isso acontece, segundo eles, com mais de dezoito anos.
Penso que a maioridade brasileira deveria baixar para dezesseis anos. Se o jovem nesse idade, pode tirar o título eleitoral e votar ajudando a decidir o futuro da nação, tem também a capacidade de responder pelos seus atos. Vários jovens infratores que não são punidos de forma correta por serem menor, seriam punidos merecidamente, diminuindo a criminalidade.
Texto de opinião sobre “ A maioridade penal no Brasil””, escrito por Cleverton Vieira Salles, aluno do 3º ano do Colégio Plinio em Colombo. Em 26/03/2010.
Apresentação
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
A maioridade penal
A redução da maioridade penal vem sendo objeto de análise e discussão pelo Congresso nacional à quase duas décadas, mas sem chegar ainda a conclusão definitiva. Até então, muitos crimes acontecem praticados por menores de 18 anos que, considerados imputáveis, não respondem penalmente pelo crime cometido.
Hoje em dia é comum vermos crianças e adolescentes na criminalidade. Isso porque os jovens não são punidos severamente pelos seus atos, o que os influencia mais e mais a cometerem crimes os mais diversos.
Muitas vezes, esses jovens são usados como “laranjas” de outros criminosos. Um exemplo é o tráfico de drogas que, utiliza a mão de obra desses adolescentes justamente pela falta de punição. Isso já virou rotina e aumenta a cada dia. Os menores infratores fazem todo o trabalho para os traficantes. Se acaso forem pegos, em pouco tempo estão novamente nas ruas, sem nem mesmo responderem pelo crime cometido.
Se a lei da maioridade penal fosse constituida realmente, diminuindo a idade para dezesseis anos, com certeza diminuiria a criminalidade. Muitos desses menores, estando presos, poderiam aprender a lição aplicada pela lei e quem sabe, seriam exemplos para outros jovens. Pois teriam que arcar com as consequências e responsabilidade de seus atos. A diminuição da idade penal certamente não iria acabar a com a criminalidade, mas grande parte seria evitada e não perderíamos tantos jovens para o crime.
Texto de opinião sobre “ A maioridade penal no Brasil””, escrito por Maycon N. Bransin, aluno do 3º ano do Colégio Plinio em Colombo. Em 26/03/2010.
Hoje em dia é comum vermos crianças e adolescentes na criminalidade. Isso porque os jovens não são punidos severamente pelos seus atos, o que os influencia mais e mais a cometerem crimes os mais diversos.
Muitas vezes, esses jovens são usados como “laranjas” de outros criminosos. Um exemplo é o tráfico de drogas que, utiliza a mão de obra desses adolescentes justamente pela falta de punição. Isso já virou rotina e aumenta a cada dia. Os menores infratores fazem todo o trabalho para os traficantes. Se acaso forem pegos, em pouco tempo estão novamente nas ruas, sem nem mesmo responderem pelo crime cometido.
Se a lei da maioridade penal fosse constituida realmente, diminuindo a idade para dezesseis anos, com certeza diminuiria a criminalidade. Muitos desses menores, estando presos, poderiam aprender a lição aplicada pela lei e quem sabe, seriam exemplos para outros jovens. Pois teriam que arcar com as consequências e responsabilidade de seus atos. A diminuição da idade penal certamente não iria acabar a com a criminalidade, mas grande parte seria evitada e não perderíamos tantos jovens para o crime.
Texto de opinião sobre “ A maioridade penal no Brasil””, escrito por Maycon N. Bransin, aluno do 3º ano do Colégio Plinio em Colombo. Em 26/03/2010.
Merece morrer?
Um assunto que já passou pela cabeça de todo brasileiro é como deveria funcionar a ustiça no país. E quem já não ouviu falar em pena de morte?
Para certos casos ediondos esta seria a melhor das soluções. O final perfeito para aqueles cidadãos que fazem da vida de outras pessoas um filme de terror mas que ao fim, teria um final feliz para a família da vítima.
Mas não dá para esquecer que esses antagonistas da vida real também tem uma família que viria a sentir muito tamanha perda. Isso sem falar que muitas vezes não se tem certeza de que o réu é mesmo culpado do crime.
Por isso isso, deve-se pensar muito antes de aplicar e aceitar essa penalidade porque já estamos cansados de ver a reprise da novela que se torna a vida de quem passa anos preso e depois, descobre-se que não tinha nada a ver com o caso. A justiça pode até indenizar a vítima, mas jamais devolverá os anos perdidos e traumas adquiridos na prisão. Acredito que esse seja um sistema muito complexo, para ser adotado em um país como o Brasil, que infelizmente, deixa muito a desejar no contexto penitenciário.
Texto de opinião sobre “A pena de morte no Brasil”, escrito por Suellen Lisboa, aluna do 3º ano do Colégio Plinio em Colombo. 26/03/2010.
Para certos casos ediondos esta seria a melhor das soluções. O final perfeito para aqueles cidadãos que fazem da vida de outras pessoas um filme de terror mas que ao fim, teria um final feliz para a família da vítima.
Mas não dá para esquecer que esses antagonistas da vida real também tem uma família que viria a sentir muito tamanha perda. Isso sem falar que muitas vezes não se tem certeza de que o réu é mesmo culpado do crime.
Por isso isso, deve-se pensar muito antes de aplicar e aceitar essa penalidade porque já estamos cansados de ver a reprise da novela que se torna a vida de quem passa anos preso e depois, descobre-se que não tinha nada a ver com o caso. A justiça pode até indenizar a vítima, mas jamais devolverá os anos perdidos e traumas adquiridos na prisão. Acredito que esse seja um sistema muito complexo, para ser adotado em um país como o Brasil, que infelizmente, deixa muito a desejar no contexto penitenciário.
Texto de opinião sobre “A pena de morte no Brasil”, escrito por Suellen Lisboa, aluna do 3º ano do Colégio Plinio em Colombo. 26/03/2010.
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